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FAQ - Perguntas Frequentes

 

Segurança Física e Proteção Perimetral

A segurança física corresponde à constituição de barreiras de forma a evitar, ou retardar, intrusões e garantir uma resposta mais eficaz às mesmas. É o ramo da segurança que visa prevenir acessos não autorizados a equipamentos, instalações, materiais ou documentos. Este tipo de segurança pode ser concretizado através de uma simples porta ou envolver complexos sistemas de segurança onde a tecnologia de ponta é uma constante.

Ao contrário do que se pode pensar, a preocupação com a segurança física não é um fenómeno do século XX. Deste muito cedo na história da humanidade que garantir a segurança de certos espaços foi uma preocupação. Por esta razão é com relativa facilidade que encontramos no passado vários exemplos de aplicação de medidas para garantir a segurança física de determinados lugares. As muralhas e os fossos construídos nos castelos medievais são apenas dois exemplos arcaicos de segurança física.

No entanto, os sistemas de segurança física têm sofrido uma evolução significativa nos últimos anos, nomeadamente devido à incorporação nos sistemas mais modernos de tecnologias como:
 

  • Utilização de detectores de infravermelhos;

  • Mecanismos de controlo de acesso eletrónico;

  • Videovigilância;


É importante ressalvar que apesar de todos os desenvolvimentos tecnológicos, o objetivo final de prevenir acessos não autorizados a equipamentos, instalações, materiais, documentos não sofreu alterações. 

Um bom sistema de segurança física

Apesar do objetivo da segurança física estar focado em evitar o acesso de pessoas indesejáveis a determinados espaços físicos, documentos ou produtos, pode haver diferentes formas de abordar este problema.

Para uns, um bom sistema de segurança é aquele que está pronto para dar resposta ao tipo de intrusos que se prevê estarem mais interessados no espaço ou/e informações ou bens protegidos. No entanto para outros, a estratégia mais indicada durante a conceção de um sistema de segurança física passa por montar um sistema cujos custos de planeamento e intrusão são superiores aos do valor dos produtos que se pretendem roubar.

Um sistema de segurança física eficaz utiliza um conceito com vários “layers” interligados entre si. Nestes sistemas há dois tipos de defesa implícita. Por um lado, falamos de defesa passiva sempre que se pretende evitar ou atrasar as ações de possíveis intrusos. No entanto, quando se deteta uma intrusão e se dá início aos processos de resposta falamos de defesa ativa.

Quando se planeia um sistema de segurança física é fundamental ter em conta que cada espaço que necessita de proteção é um espaço único. Como tal, o sistema mesmo que adote estratégias adaptadas noutros projetos, deve ter em conta a singularidade do espaço protegido.

Etapas de Planeamento de um Sistema de Segurança

  • Dissuasão

  • Deteção

  • Alarme

  • Retardamento

  • Resposta



Pilares de um Sistema de Segurança
Normalmente, são três os principais pilares nos quais assenta qualquer sistema de segurança:

  • Pessoas

  • Tecnologias

  • Processos


Neste equilíbrio, e além do papel desempenhado pelas tecnologias ao dispor, é o papel da intervenção humana aquele que assume maior importância. A incapacidade da tecnologia para desempenhar tarefas que podem ser tão simples como identificar a presença de um indivíduo ou as intenções deste continuam a fazer do fator humano um componente indispensável em qualquer sistema de segurança física. A presença humana é também importante porque este é o último garante do sistema quando a tecnologia falha.

No entanto, e apesar da importância que assume nos sistemas de segurança, o fator humano está também sujeito a falhar. Isto pode acontecer por variadas razões, desde distrações a excesso de confiança nas tecnologias utilizadas.


Possíveis falhas humanas:
 

  • Permissão de acessos não autorizados

  • Partilha de códigos de segurança

  • Revelação de informação importante sobre os sistema

Sistemas de Deteção e Proteção Perimetral

A segurança perimetral diz respeito a todos os meios físicos, eletrónicos e humanos utilizados para garantir que o perímetro de um edifício ou área tem protecção contra potenciais ameaças e acessos não autorizados.

Além de ser muito importante adequar estes sistemas aos espaços protegido, é conveniente que se pensem os sistemas em conformidade com os recursos financeiros disponíveis. Os custos de aquisição podem ser muito elevados, mas a estes é necessário acrescentar as despesas de manutenção que são essenciais para garantir o correto funcionamento do sistema.

Como os sistemas de detecção perimetral fazem parte dos sistemas de segurança física, estes são também constituídos por vários “layers” aos quais, normalmente, corresponde o uso de diferentes tecnologias. O facto dos diferentes “layers” estarem interligados dificulta a ação do intruso, que assim tem de lidar com vários mecanismos de proteção ao mesmo tempo. Quando os vários “layers” não estão interligados, correspondendo somente a um somatório dos mesmos, a tarefa do intruso é facilitada porque este só tem de se preocupar com um obstáculo de cada vez.
Resumidamente algumas das tecnologias mais utilizadas nestes sistemas são:
 

Barreiras de deteção:

  • Barreiras de infravermelhos;

  • Barreiras de Microondas;

  • Barreiras de dupla tecnologia;

 

Linhas enterradas ou associadas a uma vedação:

  • Sensores sísmicos ou de pressão que respondem a distúrbios no solo associados ao impacto da deslocação;

  • Sensores de campo eletromagnético que respondem à alteração no campo electromagnético causado pela movimentação de material metálico, ideais para a deteção de veículos ou armas.

  • Deteção por cabo coaxial – Mede a alterações de condutividade

  • Deteção por fibra óptica – Mede a variação de intensidade e difracção de luz resultantes da deformação a que a fibra for sujeita.

  • Cabo sensor – Deteta movimentos ou choque provocado por um indivíduo em contacto com a vedação.


As novas tecnologia de análise inteligente de vídeo permitem também definir no sistema de videovigilância vedações virtuais em torno da área a proteger constituindo-se assim como alternativa ou complemento da deteção convencional. 

Riscos e Graus de Segurança

Quando se pretende garantir a segurança física de um espaço é fundamental realizar uma análise eficiente e conclusiva dos riscos existentes. Nesse sentido, a norma europeia EN 50131 define quatro graus de risco que devem ser considerados:

Grau 1 – Baixo Risco: Utilizado para definir instalações em que se considera pouco provável a existência de intrusões. Neste grau, considera-se que as intrusões existentes neste tipo de edifícios não são planeadas e caracterizam-se pela tentativa de forçar portas ou janelas de forma arbitrária.


Grau 2 – Risco Baixo a Médio: Categoria onde se situam a maioria dos sistemas residenciais ou instalações comerciais de baixo risco. Considera-se que os intrusos não possuem grandes conhecimentos acerca dos sistemas de segurança e que têm recursos limitados. A estratégia de intrusão passa por ter acesso às instalações através de pontos desprotegidos.

Grau 3 – Risco Médio a Elevado: É nesta categoria que está inserida a maioria das instalações comerciais e industriais. Ao contrário das categorias anteriores, espera-se que os intrusos tenham experiência a lidar com sistemas de deteção de intrusão e que possuam o equipamento necessário para lidar com os sistemas de protecção mais simples.

Grau 4 – Risco Elevado: Engloba as instalações de alta segurança e de risco elevado. Nesta fase já não se espera que possíveis intrusões sejam realizadas por um único intruso. Ao invés, é expectável que a intrusão seja realizada por um grupo de indivíduos com elevado conhecimento sobre mecanismos de segurança, que preparou detalhadamente o plano de ação e que tem disponíveis recursos tecnológicos muito avançados.

Uma das preocupações mais comuns a qualquer pessoa é manter a casa segura contra eventuais roubos. Além do dinheiro, também os objetos com valor sentimental são uma grande perda para as famílias vítimas de assaltos. Informe-se sobre o que pode fazer para evitar situações de roubo na sua habitação.

Proteção Contra Assaltos

 

Atitude Preventiva:

  • Instale na sua casa sistemas de segurança (Ex: câmaras de vigilância, grades, cercas elétricas, alarmes, etc.).

  • Tenha o telefone das autoridades locais sempre acessível para o caso de detetar comportamentos que lhe pareçam suspeitos.

  • Estabeleça relações de confiança com os seus vizinhos e coopere com eles nas ações de segurança do seu bairro.

  • Tenha um bom sistema de iluminação no exterior da sua casa. Se possível utilize uma luz com sensor de movimento.

  • No caso de ausência, deixe as luzes da sua casa ligadas. Tenha em conta que somente uma luz não é suficiente para afastar um ladrão. Deixe algumas luzes ligadas como se estivesse efetivamente na sua habitação.

  • Compre um cofre, ou arranje um lugar seguro, onde possa guardar os seus objetos mais valiosos.

  • Não exponha demasiado os seus objectos de valor como plasmas ou computadores. Se não estiver em casa, tente fazê-la parecer discreta.

  • Evite ter arbustos muito densos no seu jardim pois poderão ser um local para os ladrões se esconderem.

  • Deixe sempre a sua garagem trancada. O carro, mesmo que arrumado dentro da garagem, deve também ficar trancado.

 

 

Cuidados com Portas e Janelas:

  • Coloque, nas portas que dão acesso para o exterior, fechaduras com trancas residentes.

  • Caso os inquilinos anteriores mantiverem uma chave da fechadura, troque a mesma.

  • Nunca empreste as chaves da sua habitação a alguém que não confie plenamente.

  • Sempre que sair da sua habitação, deixe as portas e as janelas fechadas e trancadas, mesmo que seja apenas por alguns minutos.

  • Deve ter na sua porta um óculo e uma corrente de segurança.

  • Os caixilhos devem estar bem fixados nas paredes.

  • As dobradiças das portas e janelas devem estar bem cravadas na parede e devem ser invisíveis do exterior.

  • Nas janelas de fácil acesso, deve colocar fechaduras interiores ou grades de proteção.

  • Utilize fechaduras de várias entradas nas suas portas.

  • Se habitar numa moradia, deve instalar cancelas nas rampas e escadas de acesso.

  • No caso de ter uma placa identificativa na porta, coloque apenas o apelido e as iniciais do primeiro nome.

 

Cuidados a tomar em caso de ausência:

  • Mantenha a aparência de atividade na sua casa, pedindo a vizinhos ou amigos que abram persianas durante o dia e que acendam luzes durante a noite.

  • Não diga a desconhecidos que vai de férias.

  • Informe o seu vizinho que vai de férias pois a atenção deste pode ser importante para evitar assaltos.

  • Quando for de férias, certifique-se que fechou bem todas as portas e janelas.

  • Peça a alguém, em quem confie, que lhe recolha o correio, para que este não acumule à vista de todos.

  • Guarde sempre os objetos valiosos num lugar seguro.

  • Se for de férias entre os meses de Julho e Setembro, pode pedir que as missões de patrulha da PSP passem frequentemente na sua habitação.

  • Não deixe qualquer indicador na porta, ou fachada de sua casa, da sua ausência.

 

Cuidados a ter com desconhecidos:

  • Nunca deixe pessoas que não conhece entrarem na sua casa sem que, primeiro, se identifiquem.

  • Em caso de dúvida sobre a identidade das pessoas que lhe surgem à porta, não as deixe entrar.

  • Quando mostrar a sua casa a algum potencial interessado na compra da mesma, faça-se acompanhar por um agente da imobiliária ou amigo.



Proteja a sua Casa

A casa é o nosso abrigo do dia-a-dia. É um sítio onde podemos realizar várias tarefas, desde descansar a cozinhar as nossas refeições favoritas ou, ainda, estar com os amigos num ambiente mais descontraído. Porém, sendo um lugar onde a electricidade, o fogo e a água se encontram, há vários cuidados que devemos ter. Fique a saber como pode tornar a sua casa num sítio mais seguro.

Hall, Corredores e Escadas

O hall, os corredores e as escadas são principalmente pontos de passagem. No entanto, estes espaços exigem muito cuidado porque algumas distrações podem facilmente resultar em quedas e lesões graves.

Cozinha

A cozinha permite-nos fazer os cozinhados que tanto adoramos. No entanto, sendo esta uma divisão onde a água, a eletricidade e o gás estão em contacto, são vários os cuidados que necessitamos de ter na utilização deste espaço.

Casa de Banho

Tomar um banho de imersão, depois de um dia de grande stressante no trabalho, é uma forma de relaxar muito apetecível. Contudo a casa de banho é uma das divisões onde se deve ter mais cuidado.

Sala de Estar

A sala de estar é importante para conviver com a família e com os amigos. É um espaço para estarmos sem grandes preocupações. Contudo, mesmo neste espaço são necessários alguns cuidados para que possamos estar descansados.

Quartos dos Adultos

O quarto é a divisão da casa onde encontra a sua privacidade e onde pode descansar sem preocupações. No entanto, antes de poder estar despreocupado convém garantir a sua segurança.

Quarto das Crianças

O quarto das crianças é mais do que um sítio para descansar, é um lugar de muitas brincadeiras e atividades. Deve, por isso, criar as condições para que dentro deste espaço a criança possa brincar em segurança.

Escritório

Uma divisão onde não deve haver muitas distrações e a maior preocupação é fazer deste espaço uma zona que lhe permita trabalhar. Saiba como proteger o seu espaço de trabalho em casa.

Varandas

As varandas podem ser espaços muito agradáveis durante o verão para apanhar banhos de sol ou fazer refeições exteriores. No entanto, a altura a que estas muitas vezes se encontram do solo exigem alguns cuidados muito importantes.

Cave

A cave funciona como aquele lugar onde guarda tudo o que não quer ter à vista, mas que também não se quer desfazer. Além disso, é nesta divisão que guarda os materiais e ferramentas que lhe permitem fazer a bricolagem do dia-a-dia.

Garagem

Além de ser o espaço onde guarda o seu carro, a garagem é também um espaço utilizado para arrumar outros objetos e materiais relacionados com a manutenção da sua casa. No entanto, sendo um espaço de arrumações, há que ter cuidados especiais.

Jardim

No Verão o jardim é o espaço mais agradável para passar os dias. Permite refeições ao sol e é um espaço ideal para as crianças brincarem. Saiba quais os cuidados a ter para poder desfrutar do seu jardim em segurança.

Piscina

A piscina é o melhor local na casa para passar um dia quente de verão. Mas apesar do bem-estar que proporcionam, estes espaços exigem muito cuidado, especialmente quando há crianças por perto.

Segurança em Ourivesarias

 

 

 

 

A segurança nas atividades de ourivesaria acarreta cuidados redobrados, sobretudo devido à natureza dos materiais comercializados. Para prevenir a ocorrência de roubos ou mitigar o seu impacto, os profissionais desta atividade poderão adotar alguns procedimentos de segurança em diferentes situações de risco. 

 

O elevado número de delitos registados nesta área de atividade resulta essencialmente do facto dos produtos serem muito valiosos e por isso mais suscetíveis de interesse. Os delitos mais frequentes são os furtos de instalações (lojas e/ou armazéns), os roubos violentos, os roubos durante o transporte de valores e as burlas/fraudes. As causas mais vulgares que propiciam estes crimes residem em fatores de vulnerabilidade, como o isolamento e despovoamento de áreas e instalações, a inexistência de dispositivos físicos de segurança adequados, a rotina dos trajetos, o porte excessivo de bens valiosos ou o recurso a colaboradores e prestadores de serviços externos. 

 

 

Procedimentos de Segurança 

 

Nas alturas críticas, ou seja, nas situações de risco a que podemos estar sujeitos no dia-a-dia, convém conhecer os procedimentos de segurança a adotar. Existem várias circunstâncias que nos colocam mais vulneráveis a ataques exteriores, pelo que é importante nomear as diversas possibilidades com que nos deparamos. Destacamos agora as principais alturas de risco, em caso de assalto: 

  • Trajeto entre casa e trabalho; 

  • Abertura da loja; 

  • Preparação/arranjo das vitrinas; 

  • Ato de venda; 

  • Fecho da loja; 

  • Limpeza e manutenção;

  • Deslocação para feiras e exposições.  

 

O percurso entre a casa e o trabalho é pautado pela rotina e pela repetição quer dos locais por onde se passa quer pelo horário a que o fazemos. Em relação aos procedimentos de segurança a adotar nesta situação, destacamos duas ações extremamente importantes. A primeira medida a adotar é verificar se é frequentemente seguido pela mesma pessoa ou viatura. Se sim, deve-se mudar de trajeto repentinamente. Se não for suficiente, devemos dirigir-nos à esquadra de polícia mais próxima. A outra medida é verificar minuciosamente se existem pessoas suspeitas nas proximidades do ponto de venda. 

Abertura de Loja 

 

Em relação ao comportamento que devemos ter aquando da abertura da loja, é importante salientar alguns passos que poderão fazer a diferença. Na abertura do estabelecimento, devemos verificar sempre se está tudo dentro da normalidade nas redondezas do local; outra forma de nos prevenirmos é evitar que apenas uma única pessoa faça a abertura do estabelecimento. Duas ou mais pessoas é o ideal, sendo que uma das pessoas deve estar de vigia enquanto a outra procede à abertura. 

 

Após a abertura do estabelecimento, deve-se verificar em primeiro lugar o alarme. Os vendedores devem ficar no exterior, preparados para pedir ajuda dos agentes de autoridade caso seja detetada uma situação de perigo. Quem verificou o sistema de alarme deve fazer uma inspeção das instalações e posteriormente informar os funcionários no exterior, através de um código ou sinal, se a situação é ou não anormal. 

 

A entrada na loja deve fazer-se apenas se tudo estiver bem. Os funcionários devem entrar à vez e com alguns segundos de intervalo. Por norma, nas divisões trancadas o sistema de videovigilância está ativado. Os cofres‑fortes, equipados com mecanismo de abertura de ação retardada, são abertos. 

 

 

Vendas e atendimento
 

A chegada de clientes é uma altura importante, quer para o próprio estabelecimento (pois demonstra interesse e curiosidade), quer também para os vendedores (têm a possibilidade de cativar/fidelizar o cliente). Sempre que um cliente chega à loja, o funcionário deve dirigir‑se ao mesmo e perguntar se necessita de ajuda e se deseja algo. O funcionário não se deve deixar influenciar pelo comportamento apressado ou agressivo do cliente, devendo mostrar-se sempre calmo e paciente. É importante ter especial atenção com os clientes que mostrem sinais visíveis de nervosismo (voz estranha ou olhares constantes para fora da loja). Em caso de perigo, tentar manter‑se sempre calmo. Nunca se deve deixar o cliente sozinho perto de uma vitrina ou de uma caixa de amostras. Se necessário, pedir a outro vendedor para vigiar a mesa ou balcão. No final, o funcionário deve acompanhar o cliente à porta e verificar se nenhum objeto suspeito (embrulho, guarda‑chuva, saco etc.) ficou no interior da loja. 


 

Fecho da loja 

 

Em relação ao fecho da loja, a pessoa encarregue do fecho deve fazer uma inspeção às instalações para assegurar que as vitrinas estão arranjadas; as janelas, portas secundárias, armários e os cofres estão bem fechados; as instalações de ar condicionado e de iluminação estão fechadas; não está ninguém no interior das divisões e no fim se procede à ativação dos alarmes. 

Situações de emergência 

 

No decorrer de uma situação de assalto, estes são alguns procedimentos, que se revelam úteis para sairmos ilesos:

  • Manter a calma; 

  • Não oferecer resistência; 

  • Evitar movimentos bruscos; 

  • Se forem vários assaltantes, fixar a sua atenção apenas num, memorizando o aspeto físico e o vestuário; 

  • Não ativar o sinal de emergência durante o assalto; 

  • Não impedir a passagem dos assaltantes; 

  • Contactar de imediato as autoridades; 

  • Não mexer em nada. 

 

Equipamentos e serviços de segurança 

 

Quer seja num contexto privado ou empresarial, os equipamentos e serviços de segurança são hoje ferramentas essenciais na proteção e na segurança dos intervenientes. É pertinente referir que estes devem ser adequados ao espaço onde se encontram, de modo a salvaguardar as características físicas e comerciais do estabelecimento ou da habitação. Em relação à segurança física, salientamos duas vertentes: a exterior e a interior. 

 

Na vertente exterior do estabelecimento temos como exemplo: 

  • Vedações de segurança;

  • Porta principal e portas de segurança;

  • Fechaduras com canhões de segurança;

  • Vidros anti‑bala e anti‑arrombamento. 

 

Na vertente interior do estabelecimento podemos encontrar: 

  • Portas de segurança;

  • Cofres‑fortes; 

  • Caixas de segurança. 

  • Focando agora a Segurança Eletrónica, existem diversos sistemas que ajudam a minorar os efeitos negativos da falta de segurança e que se traduzem em: 

  • Alarmes com diversos sensores (infravermelhos, microondas, volumétricos, magnéticos para proteção das portas de entrada, etc.); 

  • Dispositivos anti‑roubo e anti‑sequestro; 

  • Sirenes; 

  • Sistema de transmissão de sinal de alarme; 

  • Câmaras de videovigilância.

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